terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Ter saudades de quem ainda podemos ver não dói nada... Nada...

Vou sentir saudades...



Saudades das palavras engraçadas, das brincadeiras infinitas...

Saudades do doce das tardes de domingo, da gelatina no copinho...
Saudades da bolachinha amanteigada, do café com leite...
Saudades dos sustos ao fingir que estava dormindo, e quando eu chegava perto, um “ataque” repentino!


Ah, saudades! Quero lembrar sempre dessas coisas boas; pois só havia coisas boas. E, mesmo que minhas lágrimas insistam em cair, não é para que não vá; seria egoísmo pedir para não ir, ninguém fica. Serão lágrimas de saudades, e da alegria em saber que tudo foi tão perfeito, foi um dever cumprido!
Dever de ser avó, uma avó dedicada aos netos; a famosa vovozinha, de cabelos branquinhos, que não queria ver nenhum de seus netos levarem broncas dos pais, que não queria que ninguém fosse para casa sem levar um “lanchinho” para comer no caminho, que sempre deu colo, carinho e amor; incondicional!
Todo esse amor está guardado, nunca irá faltar, pois é infinito.Fique com Deus! Jamais será esquecida, pois não é necessária a presença material para que seja lembrada.
Todo amor é para sempre!!!
Saudades...



Vanessa Pajaro

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